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14/03/2011

Exposição virtual do Acervo do Padre António Pinto Santana (1892-1963)

Por Olinda Santana

António Pinto Santana (1892-1963) meu tio-avô paterno, era tio e padrinho do meu pai, António Pinto Santana (1926-1994), seu homónimo. Adquiri, aquando das partilhas dos bens do meu tio-avô por todos os seus herdeiros, a sua biblioteca e arquivo pessoal.
António Pinto Santana nasceu, nos finais do século XIX, na freguesia de Croca, lugar de S. Pedro, no concelho e distrito de Penafiel, a 29 de Agosto de 1892 e faleceu a 31 de Março de 1963, na freguesia de Paranhos, no Porto. Foi pároco na igreja S. Pedro de Campanhã, na igreja de S. Pedro de Miragaia e na igreja de Paranhos.
Esteve muitos anos a paroquiar a freguesia de Miragaia, onde criou grandes amizades, de tal modo que os seus paroquianos lhe ofereceram a capela que mandou construir na sua quinta de S. Pedro, em Croca. Foi dos paroquianos da freguesia de Miragaia que conservou o maior número de fotografias com dedicatórias, pequenos textos comprovativos das amizades granjeadas.
Era, à data do seu passamento, Abade na freguesia de Paranhos. Faleceu aos 71 anos de ataque cardíaco, encontrando-se, no momento, a confessar um paroquiano.
Na presente exposição, mostrarei alguns documentos ilustrativos da esfera pessoal e, sobretudo, da esfera profissional de António Pinto Santana.

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09/02/2011

Exposições virtuais sobre relatos de viagens de uma portuense: Maria Irma Nunes de Sousa

Por Olinda Santana

Iniciamos, hoje, a apresentação de um conjunto de exposições virtuais sobre Arquivos de pessoas comuns. A primeira exposição virtual dá a conhecer o Arquivo Pessoal de Maria Irma Nunes de Sousa, uma portuense do século XX, nascida a 24 de Junho de 1910, na freguesia de Paranhos, na cidade do Porto e falecida na mesma freguesia e cidade, no dia 12 de Fevereiro de 1989. Trata-se de um arquivo de uma senhora letrada e viajada, que decidiu, a partir de determinada altura da sua vida, registar em diário as suas viagens realizadas no país e no estrangeiro. No decurso das mesmas, registou as suas impressões sobre as pessoas que viajavam com ela, sobre a paisagem natural, sobre o património artístico e monumental visitado, entre outros assuntos.
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