Mostrar mensagens com a etiqueta edição de obra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta edição de obra. Mostrar todas as mensagens

13/11/2020

Diários de viagem duma portuense Maria Irma Sousa

Um acervo de 12 diários de viagem escritos por Maria Irma Sousa (1910-1989), uma portuense da classe média alta que viajou por todo o país e toda a Europa, durante mais de 50 anos, está a ser divulgado. 

Os manuscritos originais estão a ser editados, estudados numa perspetiva multidisciplinar (histórica, linguística, turística) e difundidos em e-books. O primeiro e-book DIÁRIO 1: TURIPEREGRINAÇÕES A FÁTIMA (1938-1973) narra 23 viagens turístico-culturais e espirituais realizadas ao santuário de Fátima de 1938 a 1973. Foi publicado em formato digital, em outubro, e está a ser disseminado pela Revista Pasos, uma revista de difusão internacional. 

O referido e-book pode ser descarregado no endereço http://www.pasosonline.org/es/colecciones/pasos-difunde ou http://www.pasosonline.org/Publicados/pasos_difunde/PS_DIF_2020_2.pdf

Boas leituras!

 




Olinda Santana

04/10/2018

Diário de peregrinações ao Santuário de Fátima


A autora, Olinda Santana, docente na UTAD, investigadora no Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento (CETRAD) da UTAD e na Red de Archivos e Investigadores de la Escritura Popular (REDAIEP) da Universidade de Alcalá de Henares (Madrid), edita no corrente mês a sua última obra intitulada: Edição e Estudo Dum Diário de Turiperegrinações ao Santuário de Fátima (1938-1973). 

Capa Obra

Neste trabalho, faz uma edição rigorosa do diário manuscrito de Maria Irma Nunes de Sousa (1910-1989): “Portugal: Fátima”, bem como um estudo temático e discursivo com um enfoque na evolução do turismo religioso no Santuário de Fátima, dos finais da década de 30 ao início da década de 70.
Este diário inédito relata 23 turiperegrinações e visitas ao santuário de Fátima realizadas por Maria Irma, entre 1938 a 1973.
As deslocações da diarista portuense ao santuário mariano evidenciam motivações simultaneamente espirituais e culturais.

31/05/2016

Campo Benfeito: uma aldeia de Montemuro


Na obra ‑ Campo Benfeito: uma aldeia de Montemuro: enquadramento geográfico e percurso histórico, num primeiro momento, a autora traçou o quadro natural da Serra de Montemuro e da aldeia de Campo Benfeito no concelho de Castro Daire, no distrito de Viseu e na sub-região, Viseu, Dão-Lafões. Num segundo momento, seguiu o trilho histórico sulcado pelo lugar, desde a antiguidade até à época moderna, com uma breve incursão na época contemporânea.

 

Capa da monografia "Campo Benfeito: uma aldeia de Montemuro - enquadramento geográfico e percurso histórico
 
Em suma, Campo Benfeito foi uma honra e uma beetria, na Idade Média. Pertenceu a grandes senhores (Egas Moniz, D. Pedro conde de Barcelos, duque de Bragança) da Idade Média aos meados do século XVI. Foi um pequeno concelho autónomo, tendo sido extinto, pela reforma de Mouzinho da Silveira, em 1836, no século XIX. Da contemporaneidade, foi destacado o ressurgimento socioeconómico e cultural do lugar graças à implementação de vários projetos europeus.